AGENDAR AULA EXPERIMENTAL: 212 070 973 OU 932 337 557.
Mostrar mensagens com a etiqueta Poemas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poemas. Mostrar todas as mensagens

10 de janeiro de 2012

A magia do movimento



«A magia do movimento
que enleva o espírito
num apelo à beleza,
criando obras de arte corporal,
gerando esculturas viventes,
brotando umas nas outras,
encadeadas por um sutil fio de continuidade
e de harmonia indescritível!
Assim como o escultor,
desbastando o bloco de pedra fria
faz surgir a obra prima que em seu interior jazia,
da mesma forma o yôgin se transfigura e deixa aflorar 
obra e artista na execução coreográfica dessa
dança milenar.

Isso é Ásana!» 


Mestre DeRose in "Tratado de Yôga"

18 de fevereiro de 2011

Parabéns meu querido Gurují


Meu querido e amado Mestre: dedico-lhe todos os meus dias, mas em especial este.
Feliz aniversário!


«Acho tão natural que não se pense
Que me ponho a rir às vezes, sozinho,
Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa
Que tem que ver com haver gente que pensa ...
Que pensará o meu muro da minha sombra?
Pergunto-me às vezes isto até dar por mim
A perguntar-me cousas. . .
E então desagrado-me, e incomodo-me
Como se desse por mim com um pé dormente. . .
Que pensará isto de aquilo?
Nada pensa nada.
Terá a terra consciência das pedras e plantas que tem?
Se ela a tiver, que a tenha...
Que me importa isso a mim?
Se eu pensasse nessas cousas,
Deixaria de ver as árvores e as plantas
E deixava de ver a Terra,
Para ver só os meus pensamentos ...
Entristecia e ficava às escuras.
E assim, sem pensar tenho a Terra e o Céu.»

Fernando Pessoa





9 de fevereiro de 2011





"Vivo sempre no presente.
O futuro, não o conheço.
O passado, já o não tenho."




Heterônimo Bernardo Soares

1 de fevereiro de 2011

Se o achar, segure-o!


«Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
...Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!»


Fernando Pessoa
 

25 de janeiro de 2011

Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.

"Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.

Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que triste.
Que a mulher que eu amo seja sempre amada, mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.


Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento.
Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço,
Que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância.
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...


Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.
E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.


Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba, e que ninguém a tente
Complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é a platéia e a outra metade, a canção.

E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade... também."

Oswaldo Montenegro - Metade

13 de outubro de 2010

"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começas a aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo aprendes que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprendes que não importa o quanto te importas: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceitas que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferír-te de vez em quando e, por isto, precisas estar sempre disposto a perdoá-la.

Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que, num instante, podes fazer coisas das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de facto, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprendes que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como tu), perceberás que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.

Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas de ti muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprendes que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começas a compreender que não deves comparar-te com os outros, mas com o melhor que podes ser.

Descobres que se leva muito tempo para te tornares a pessoa que te desejas tornar, e que o tempo é curto. Aprendes que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de facto, indo – mas, se não sabes para onde estás indo, qualquer lugar servirá.

Aprendes que: ou controlas teus actos e temperamento, ou acabarás escravo de ti mesmo, pois eles acabarão por controlar-te; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.

Aprendes que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as consequências dos seus actos. Aprendes que paciência requer muita persistência e prática. Descobres que, algumas vezes, a pessoa que esperas que te chute quando cais, poderá ser uma das poucas que te ajudará a levantar. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que possas consertá-lo. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, planta tu mesmo teu jardim e decora tua alma – ao invés de esperares eternamente que alguém te traga flores. E aprendes que, realmente, tudo podes suportar; que realmente és forte e que podes ir muito mais longe – mesmo após teres pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, tu, o teu próprio e inquestionável valor perante a vida."

William Shakespeare
 

8 de julho de 2010

O agora e o infinito... só o que me interessa

«Daqui desse momentoDo meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.

Quem vai virar o jogo

E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.

Às vezes é um instante

A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o seu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
Só o que me interessa.

A lógica do vento

O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa»


By Lenine

7 de maio de 2010

We can do anything...

Foto by José de Almeida e Maria Flores in Olhares.com



«Hold to pack your bags something small

Take what you need and we disappear
Without a trace we'll be gone
Moon and the stars will follow the car
And when then we get to the ocean
Gonna take a boat to the end of the world
All the way to the end of the world
When the kids are old enough we're gonna teach them to fly

(...)

You and I are not tied to the ground
Not falling but rising like rolling around
Eyes closed above the rooftops
With eyes closed we're gonna spin through the stars
Our arms wide as the sky we're gonna ride the blue
All the way to the end of the world
When the kids are old enough we're gonna teach them to fly


(...)

You and me together
You can do anything baby
You and me together yes yes
Two of us together
We can do anything baby
You and me together yes yes

Its so small
Till we reach the end of the world»


Dave and Matthews Band

28 de março de 2010

É preciso dizer mais?!

«Sei que me vês

Quando os teus olhos me ignoram
Quando por dentro eu sei que choram
Sabes de mim
Eu sou aquele que se esconde
Sabe de ti, sem saber onde
Vamos fazer o que ainda não foi feito


Trago-te em mim

Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não
Vamos fazer o que ainda não foi feito


E eu sou mais do que te invento

Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais


E eu sei que dói

Sei como foi andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua
Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Sabes quem sou, para onde vou

A vida é curva, não uma linha
As portas que se fecham e eu na minha
A tua sombra é o lugar onde me deito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Tens uma estrada



Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Porque amanhã é sempre tarde demais»



Pedro Abrunhosa in "Fazer o que ainda não foi feito"






5 de março de 2010

«Menina de olhar sereno
Raiando pela manhã
De seio duro e pequeno
Num coletinho de lã


Menina cheirando a feno

Casada com hortelã


Menina que no caminho

Vais pisando formosura
Trazes nos olhos um ninho
Todo em penas de ternura

Menina de andar de linho

Com um ribeiro à cintura


Menina de saia aos folhos

Quem na vê fica lavado
Água da sede dos olhos
Pão que não foi amassado
Menina do riso aos molhos
Minha seiva de pinheiro

Menina de saia aos folhos
Alfazema sem canteiro
Menina de corpo inteiro

Com tranças de madrugada
Que se levanta primeiro
Do que a terra alvoroçada
Menina de corpo inteiro

Com tranças de madrugada


Menina de fato novo

Ave-maria da terra
Rosa brava rosa povo
Brisa do alto da serra
Rosa brava rosa povo
Brisa do alto da serra»


José Carlos Ary dos Santos




9 de fevereiro de 2010



«Invictus»


Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.




 

3 de dezembro de 2009

E o workshop foi assim...

Como sabem, no passado dia 28.NOV.09, realizou-se na Unidade da Amadora, o workshop de Alimentação Saudável. A proposta era cozinhar de uma forma rápida e saborosa, sem a utilização de carnes, deixando tempo para aquilo que mais apreciamos: estar com quem gostamos. O resultado foi óptimo!

E aqui tens a reportagem fotográfica, de fazer água na boca :-)


Os participantes
(para não me esquecer de ninguém, optei por não colocar os nomes)



Os ministrantes:
Graduada Patricia Moreira, Professor Bruno Amaral (centro)
e Director Carlos Leocádio



Cuscus



"Bacalhau" à bráz
(de bacalhau só tem o nome)



"Bacalhau" com natas
(... só o nome...)


Strogonoff DeRose



Prof. Bruno Amaral a tirar a lasagna de espinafres do forno



E a lasagna feita pelo Director Carlos Leocádio



Para minimizar o impacto ambiental, a Inst. Rita Rosa
colocou o nome de cada um dos participantes nos copos de plástico



Palavras para quê? Ana, tens potencial :-)



E prova dos nove... será que está bom?



Claro que sim! A Susana não iria estar com
este ar tão feliz se não estivesse delicioso



E não é a única a estar feliz com o resultado :-)



Para quando o próximo?!


Também tivemos direito a doces... bem, esses só provando mesmo!


E que tal neste Natal utilizares algumas destas propostas?

Para saberes as receitas, solicita-as na secretaria da tua Unidade.

Comer de uma forma saudável, evitar ingerir toxinas, 
é parte do caminho para a nossa felicidade.

29 de outubro de 2009

                              
...We're crashing

Into the unknown
We're lost in this
But it feels like home

I'm feeling alive all over again
As deep as the sky under my skin(...)
Like being in love to feel for the first time...

28 de julho de 2009

Liberdade...


Foto de Vasco Abrunhosa


"Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade."


By Sophia de Mello Breyner Andresen

1 de junho de 2009

Dia da Criança em Portugal




A todos os "adultos" que esqueceram a criança que há neles.




"Quando as crianças brincam

E eu as oiço brincar,

Qualquer coisa em minha alma

Começa a se alegrar.

QUANDO AS CRIANÇAS BRINCAM

E EU AS OIÇO BRINCAR,

QUALQUER COISA EM MINHA ALMA

COEMÇA A SE ALEGRAR.


E toda aquela infância

Que não tive me vem,

Numa onda de alegria

Que não foi de ninguém.

E TODA AQUELA INFÂNCIA

QUE NÃO TIVE NEM VEM,

NUMA ONDA DE ALEGRIA

QUE NÃO FOI DE NINGUÉM.


Se quem fui é enigma,

E quem serei visão,

Quem sou ao menos sinta

Isto no coração.

SE QUEM FUI É ENIGMA,

E QUEM SEREI VISÃO,

QUEM SOU AO MENOS SINTA

ISTO NO CORAÇÃO.


Desejo-vos um optimo dia, neste dia dedicado às crianças em Portugal!



Poema "Quando as crianças brincam" de Fernando Pessoa - Cancioneiro


25 de maio de 2009

Se me lembra de mais algum, dir-te-ei...


"Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exacta para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco,
porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o João-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outros sim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga `Isso é meu`,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afectos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer, sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher.
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar."


Vitor Hugo


9 de maio de 2009

»Every time I think of you
I get a shot right through into a bolt of blue
It´s no problem of mine but it's a problem I find
Living a life that I can´t leave behind

There´s no sense in telling me
The wisdom of a fool wont set you free
But that´s the way that it goes
And it´s what nobody knows
and every day my confusion grows

Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I´m waiting for that final moment
You´ll say the words that I can´t say

I feel fine and I feel good
I fell like I never should
Whenever I get this way, I just don´t know what to say
Why can´t we be ourselves like we were yesterday?

I´m not sure what this could mean
I don´t think you´re what you seem
I do admit to myself
That if I hurt someone else
Then I´ll never see just what we´re meant to be

Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I´m waiting for that final moment
You´ll say the words that I can´t say»


New order

8 de maio de 2009

"Há gente que fica na história da estória da gente"... assim são vocês...





»As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade»

Mariza in "Chuva"